Finalmente o título para o meu poema foi publicado. Obrigado a todos que participaram!
Ziguezagueie ao fundo da rua
Passo a passo, rumo a lado nenhum.
Sombra, iluminou-se-me a Lua
Perdida numa garrafa de rum.
É assim que te bebo lentamente
Ao sabor duma doce sinfonia
Deixando-se arrastar pela corrente
Enquanto fujo à noite desse dia.
Ahh… pedra de calçada carpideira
Confissões que em ti desabafei.
Fugaz o vulto na sua maneira
Corrida louca, a que eu ganhei.
Vadio errante no tempo escuro
Brilhante a vida por entre o fado
Cão com trela que salta o muro
Solitário, triste e aluado.
Doce ponto final sem reticência…
Abre-se a vida em [ ]
A sede dum abraço em abstinência
Que se afoga, seco, por um afecto.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Sinfonia Indigente
Publicado por
ProTrunks
às
14:33
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7 comentários:
e para quando um poema novo para aqui? :)
Depois de ler estas linhas algumas vezes... nunca pensei que elas viessem a fazer tanto sentido para mim como o fazem hoje, como o fazem agora... que a tristeza da ausência de um abraço me perturba de tal forma que me arranca o sono deixando os meus olhos livres para as lágrimas que tentam lavar a imagem daquele que mais queria ver...
já tenho o meu blog :)
apaga isto, esta msg é só para eu ver uma coisa.. lol :P
Um selinho de qualidade para o revoltado. Para ver se serve de incentivo para novos posts :P
Podes vê-lo em http://neuropsicotica.blogspot.com/
Beijos
Não mostravas esse teu lado,que tão bonito é de se ver.
Isto... é ALGO.
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